segunda-feira, 22 de março de 2010

A inconstante roda....

Rapaz conhece rapariga, rapariga conhece rapaz.... trocam e-mails, números de telemóvel, ficam amigos do facebook, hi5, etc e tal!
O interesse entre eles cresce, a relação evolui... apaixonam-se um pelo o outro...
Apaixonam-se pela pessoa que conheceram, sem amarras, sem limites, sem exigências, restrições, imposições, apaixonam-se pela verdadeira pessoa que veem á sua frente... pelo que ela/ele é quando se ri com os amigos, pelo que ela/ele é quando dança ao som da sua musica preferida, quando fala da sua familia, quando abre o seu coração....
Mas eis que tudo muda, quando a relação se torna "séria",(e não falo de casamento).... Quer-se a outra pessoa devota a nós como se fossemos a unica pessoa presente na sua vida, quer-se ser a prioridade, que só saia connosco, que que alteremos toda a nossa vida para melhor acomodar a sua vida, começam as exigências, as imposições, as pressões, as discussões, as faltas de respeito... e esquecem-se todas as coisas que primeiramente nos atrairam na outra pessoa,... perde-se a outra pessoa...
Assim se mata o amor, paixão, tesão... seja lá o que for!
Com o tempo que se perde a atirar tudo á cara, a pressionar, aprisionar, e querer moldar á nossa vontade, perdemos a essência do que somos e matamos a alegria de uma relação....
Não é comum confiarmos em quem não confia em nós... e talvez esteja a passar de moda, amar quem nos ama de uma forma prisioneira, castradora....

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